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MODELISMO EM ESCALA COM MATERIAIS ALTERNATIVOS
P.40 1º FW-190 P.51 Beech Bee Spitfire 2º FW-190 Hurricane

Meus modelos


Essa página traz as fotos dos aviões que montei até este momento. Esses modelos serviram de laboratório para as técnicas que proponho no tutorial de modelismo alterantivo. Os esquemas que utilizei para a confecção desses modelos nem sempre possuíam os dados necessários à reprodução correta da escala.

Você perceberá que os aviões possuem estruturas bastante diferentes uns dos outros, demonstrando uma clara evolução das técnicas empregadas em sua construção.

Embora eu tenha tentado reproduzir, dentro de certas limitações, a forma correta dos aviões reais, as pinturas não representam as originais da segunda guerra, já que ainda não tenho muita intimidade com pintura, especialmente com aerógrafo.


De qualquer forma, estes são os aviões que já montei :



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P40 Curtis

Este é o meu primeiro modelo, embora só tenha concluído sua construção depois do Focke Wulf FW-190. Eu reformei este modelo, e corrigi algumas imperfeições para aproximá-lo mais do avião real. A pintura é a óleo, feita com base na pintura original dos “Tigres Voadores”. No momento de sua construção, a falta de conhecimento sobre mistura de cores, falta de informação em mãos, entre outros problemas técnicos impediram que a pintura saísse como esperado. O problema é que, na realidade, eu obtive um pôster da revista Top Gun com um colega. Copiei o contorno do avião com papel de seda, sem me preocupar com insígnias, nem cores; devolvi a revista. Ficando com este pobre material, tive de me valer de uma vaga lembrança do que tinha visto na revista, obtendo um resultado pouco satisfatório.

Observe que as técnicas de construção são ainda bastante simples.




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Para a confecção desse modelo utilizei o seguinte:

  • Papelão grosso e fino para estrutura
  • Papel pardo para forração
  • Arame de alumínio para os trens de pouso
  • Cabo de vassoura para o spinner
  • Restos de madeira (imbuia) para as pás da hélice

As técnicas empregadas foram as seguintes:

  • Para a estrutura utilizei volumes geométricos simples, como cilindros e cones. As asas possuem as extremidades finas. Sua estrutura é de folha sobre folha com sobreposição de papelão grosso, coberta por papelão fino com dobras concorrentes, coincidindo na extremidade mais fina da asa
  • Para o spinner, meu pai torneou um pedaço de cabo de vassoura. Com o auxílio de uma goiva eu cavei orifícios no cone de madeira, onde fixei as pás da hélice.
  • Para as pás da hélice, eu recortei com uma serra a forma aproximada daquilo que eu desejava. Com uma lixa, eu terminei o trabalho.
  • Para os trens de pouso, eu enrolei papel em torno do arame de alumínio que utilizei para produzir a haste principal. Com super bonder eu colei o rolinho de papel, de forma que ele não abrisse. Logo depois fiz um furo transversal com broca fina, no ponto de apoio da peça, para permitir-lhe movimento. Eu torci, então, o arame com ajuda de uma morsa (torno) e cortei no tamanho desejado com uma serra. Desta forma, o rolinho de papel servia de base móvel com dois movimentos, um na base e outro na haste principal. As rodas de borracha girariam depois sobre um eixo, que corresponde à extremidade dobrada da haste principal. O conjunto é bem simples, mas pode ser recolhido como o trem de pouso real do P-40.



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FW-190 Focke Wulf

Este é o meu segundo modelo. Ele, infelizmente, não ficou tão bom quanto o primeiro. A pintura é a óleo, mas não acertei bem as cores que imaginei, o que deixou a aparência do avião um tanto estranha. As técnicas de construção são bastante rudimentares, e admito que cometi alguns erros. Repare em alguns defeitos como o corpo muito grosso em relação à cabine.

Atualmente este modelo não possui mais este aspecto, já que necessitando de restauração, eu realizei algumas modificações que melhoraram muito o mesmo.




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Primeiras imagens pós reforma





Para a confecção desse modelo utilizei o seguinte:

  • Madeira, papelão grosso e papelão fino para estrutura
  • Papel pardo para forração
  • madeira, pano, fita crepe e lata para os trens de pouso
  • Cabo de vassoura para o spinner
  • Restos de madeira (imbuia) para as pás da hélice

As técnicas empregadas foram as seguintes:

  • Para a estrutura utilizei volumes geométricos simples, como cilindros e cones. As asas possuem as extremidades finas. Sua estrutura é de folha sobre folha com sobreposição de papelão grosso, coberta por papelão fino com dobras concorrentes, coincidindo na extremidade mais fina da asa. A base do motor radial foi feita com um cilindro de madeira.
  • Para o spinner, eu entalhei um pedaço de cabo de vassoura com o auxílio de um canivete (cuidado pois cortei meus dedos). Com o auxílio de uma goiva eu cavei orifícios no spinner, onde fixei as pás da hélice.
  • Para as pás da hélice, eu recortei com uma serra a forma aproximada daquilo que eu desejava. Com uma lixa, eu terminei o trabalho.
  • Para os trens de pouso, eu recortei uma tira fina de madeira que serviria de haste principal. Com lata, eu fiz um suporte para o eixo da base do trem de pouso, de forma que pudesse recolhê-lo. Também com madeira e pano eu fixei uma haste auxiliar no meio da haste principal, para servir de apoio ao trem de pouso quando o avião estivesse no chão. Para os eixos das rodas, eu fixei pedaços de arame na extremidade inferior da haste principal. A estrutura deste trem de pouso acabou mostrando-se grosseira, pouco resistente e pouco funcional, embora fosse possível recolhê-la, para simular situação de vôo.



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P51 Mustang

Este é o primeiro modelo em que tentei reproduzir uma cabine com instrumentos (ainda um pouco primitivos). As técnicas empregadas são rudimentares, semelhantes às empregadas nos meus primeiros trabalhos. No geral, o avião ficou bom, para o momento em que montei. O resultado foi um avião bonito, embora com algumas imperfeições na forma e escala. A pintura é a óleo.




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Para a confecção desse modelo utilizei o seguinte:

  • Papelão grosso e papelão fino para a estrutura
  • Madeira e arame de aço para o trem de pouso
  • Madeira para o spinner e hélice
  • Arame de aço para os eixos de ailerons, profundores e leme

As técnicas empregadas foram as seguintes:

  • Para a estrutura utilizei volumes geométricos simples, como cilindros e cones. As asas possuem as extremidades grossas. Sua estrutura é de folha sobre folha de papelão grosso, e acabamento de papelão fino para criar uma borda fina. A folha de papelão fino que compõe a asa foi simplesmente enrolada sobre a estrutura interior de papelão grosso sobreposto, sem dobras.
  • Para o spinner, eu entalhei de pedaço de cabo de vassoura com o auxílio de um canivete (cuidado, pois cortei meus dedos). Com o auxílio de uma goiva eu cavei orifícios no spinner, onde fixei as pás da hélice.
  • Para as pás da hélice, eu recortei com uma serra a forma aproximada daquilo que eu desejava. Com uma lixa, eu terminei o trabalho.
  • Para os ailerons, profundores e leme eu improvisei uma dobradiça de papelão sobre um eixo de arame. A dobradiça apoia-se em poucos pontos, sobre abas de papelão, ou roletes de papel que abraçam o eixo.
  • Para os trens de pouso, utilizei uma estrutura de madeira (imbuia) entalhada, com orifício para eixo na base e um pedacinho de arame para o eixo da roda na outra extremidade. Eu não utilizei haste auxiliar para apoio, o que deixou o conjunto mais limpo, porém, colocar o avião equilibrado no chão tornou-se uma tarefa difícil...



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Beech

Para a confecção deste modelo, eu enfrentei as condições mais inadequadas dentre todas as anteriores, até agora. Eu possuía apenas duas fotos do avião, tiradas de posições diferentes e em perspectiva. Tive, portanto, que imaginar o resto do avião. Posteriormente descobri que cometi alguns erros, mas até que o avião guarda alguma semelhança com o real. Acredito que o nome real deste avião seja Beech Bee, um modelo utilizado pela força aérea norte americana para transporte, ao lado dos Electras, que parecem bastante com ele. Uma diferença que pude perceber em relação ao s Electras é que nestes, a carenagem do motor é maior abaixo da asa, enquanto que acima ela termina rapidamente. (algo como se os motores estivessem deslocados um pouquinho para baixo, o que não condiz com as fotos que eu possuo.

A pintura foi feita com tinta spray. A cabine é transparente, mas não possui instrumentos. Este é o quarto avião que confeccionei, e as técnicas de construção são um pouco melhores que as usadas nos modelos anteriores.




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Para a confecção desse modelo utilizei o seguinte:

  • Papelão grosso e papelão fino para a estrutura
  • Arame de aço para o trem de pouso
  • Papel pardo para o spinner e lata de cerveja para a hélice
  • Arame de aço para os eixos de ailerons, profundores e leme

As técnicas empregadas foram as seguintes:

  • Para a estrutura, construí uma caixa de papelão, à qual anexei alguma peças de papelão fino para dar a forma final. O bico do avião foi feito com estrutura em cruz e massa de serragem e cola. As asas possuem as extremidades grossas. Sua estrutura é de folha sobre folha de papelão grosso, e acabamento de papelão fino para criar uma borda fina. A folha de papelão fino que compõe a asa foi simplesmente enrolada sobre a estrutura interior de papelão grosso sobreposto, sem dobras. A técnica de junção das distintas partes das asas (em ângulos distintos) é descrita no tutorial.
  • Para o spinner eu utilizei a técnica de fôrmas, descrita no tutorial.
  • Para a hélice eu fiz uma montagem em lata sobre um rebite cego. Esta técnica também é descrita no tutorial
  • Para a hélice, eu fiz uma montagem em lata sobre um rebite cego. Esta técnica também é descrita no tutorial.
  • Para os ailerons, profundores e leme, eu improvisei uma dobradiça de lata sobre um eixo de arame. A dobradiça apóia-se em vários pontos abraçando o eixo, e apoiando-se sobre a estrutura central da asa e dos aviônicos. (técnica recomendada)
  • Para os trens de pouso, utilizei uma estrutura de arames colados com super bonder, reforçados com cola branca e uma resina grossa. (foi feito na marra!).



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Spitfire

Este é o quinto avião que completei, e foi confeccionado com as mesmas técnicas de construção que o anterior. Foi durante sua construção que desenvolvi a maior parte das técnicas de construção relacionadas no site. A pintura foi feita apenas com tinta spray, técnica que abandonei após perceber que as insígnias e pequenos detalhes não eram bem reproduzidos. Passei a utilizar uma técnica mista entre óleo e spray, e recentemente adquiri um aerógrafo.

A versão de spitfire representada é um protótipo de interceptador marítimo, do qual foi produzida uma única unidade. Segundo a reportagem da revista Top-Gun, o desempenho do modelo era prejudicado pelos grandes flutuadores, decepcionando a Real Marinha Inglesa. Seus flutuadores provavelmente não correspondem à escala e forma reais, já que o esquema utilizado era de um spitfire supermarine normal. Eu adaptei o esquema através de duas fotografias que encontrei deste curioso modelo. O avião original não chegou a ser pintado, pelo menos até o momento das fotografias.

Atualmente este não é o aspecto deste modelo, já que ao restaura-lo de um tombo, eu fiz algumas modificações.




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Primeiras imagens pós reforma





Para a confecção desse modelo utilizei o seguinte:

  • Papelão fino, palitos de dente e cortiça para a estrutura
  • Rebite cego e lata de cerveja para a hélice
  • Plástico transparenre para faróis e cabine

As técnicas empregadas foram as seguintes:

  • Para a estrutura principal e asas utilizei uma armação em cruz, conforme descrito no tutorial. A fixação das asas foi feita com o auxílio de travas (palitos de dente) que foram coladas com super bonder, após o ajuste da posição das mesmas. Neste momento a fuselagem e as asas já estavam prontas e cobertas.
  • Para o spinner e hélice, utilizei a técnica descrita no tutorial. O spinner, porém, ainda era de madeira (oco para comportar o conjunto da hélice de lata e rebite).
  • A cabine foi feita fora do avião, e depois inserida na fuselagem. Seu fechamento foi feito com plástico transparente e maleável (como os de embalagens de brinquedos) para exibir o interior da cabine.
  • As demais técnicas utilizadas estão todas presentes no tutorial.



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FW-190

O avião incompleto nas fotografias é outro FW-190 que montei quase inteiramente com as técnicas demonstradas neste site. Apesar de alguns erros, como a posição incorreta dos trens de pouso, o avião ficou bem parecido com o avião real. As demais fotos são do mesmo avião já pronto... A cabine de instrumentos é bem mais complexa que a dos demais aviões. Este é o sexto avião que completei, e até agora, o que mais fielmente representa o modelo original.




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Para a confecção desse modelo utilizei o seguinte:

  • Papelão fino, papelão grosso, palitos de dente e madeira para a estrutura
  • Rebite cego e lata de cerveja para a hélice
  • Plástico transparenre para a cabine
  • Lata de cerveja, arame de aço e papelão para os ailerons, flaps, profundores e leme
  • Lata de cerveja para os trens de pouso e rodas
  • EVA para os pneus.

As técnicas empregadas foram as seguintes:

  • Para a estrutura principal e asas, utilizei uma armação em cruz, conforme descrito no tutorial. A fixação das asas foi feita com o auxílio de travas (palitos de dente) que foram coladas com super bonder, após o ajuste da posição das mesmas. Neste momento, a fuselagem e as asas já estavam prontas e cobertas. Como base para o motor radial utilizei um cilindro de compensado.
  • Para o spinner e hélice, utilizei a técnica descrita no tutorial. O spinner, porém, não é oco, e é feito de massa de serragem e cola sobre armação em cruz. As pás da hélice ainda receberam uma cobertura de cola quente para ganhar resistência e volume (que as hélices de lata não possuíam).
  • A cabine foi feita fora do avião, e depois inserida na fuselagem. Seu fechamento foi feito com plástico transparente e maleável (como os de embalagens de brinquedos) para exibir o interior da cabine.
  • As demais técnicas utilizadas estão todas presentes no tutorial.



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Hawker Hurricane

O avião incompleto nas fotografias é o Hawker Hurricane que eu estou montando atualmente. Ele se encontra em estágio mais avançado que aquele descrito no tutorial, mas pretendo explicar passo a passo todas as técnicas e materiais empregados em sua construção até esta fase.




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Para a confecção desse modelo utilizei o seguinte:

  • Papelão fino, papelão grosso, palitos de dente e cortiça para a estrutura
  • Plástico transparenre para a cabine
  • Lata de cerveja, arame de aço e papelão para os ailerons, flaps, profundores e leme
  • Lata de cerveja e arame para os trens de pouso, rodas e calotas.
  • EVA para os pneus e spinner.
  • Lata de cerveja e rebite cego para a hélice.
  • Um bocado de massa plástica para modelagem.

As técnicas empregadas foram as seguintes:

  • Para a estrutura principal e asas, utilizei uma armação em cruz, conforme descrito no tutorial. A fixação das asas foi feita com o auxílio de travas (palitos de dente) que foram coladas com super bonder, após o ajuste da posição das mesmas. Como base para o motor, utilizei uma rolha de cortiça.
  • A cabine foi feita fora do avião, e depois inserida na fuselagem. Seu fechamento foi feito com plástico transparente para exibir o interior da cabine.
  • Para a cauda do avião, eu tentei simular o entelamento utilizado no avião real. Para tanto, utilizei uma armação de arames, que recobri com papel recoberto de cola branca. A idéia era espichar o papel em sua posição. Após a secagem, o papel tensou (encolheu), simulando o entelamento. O efeito final não alcançou a expectativa, mas funcionou mesmo assim.
  • Para o spinner, utilizei uma técnica ainda não descrita no tutorial, e que utiliza a micro retífica.
  • As demais técnicas utilizadas estão todas presentes no tutorial.


Se você montar um avião utilizando alguma técnica encontrada neste site, avise-me! Se for possível, envie uma foto de seu modelo alternativo para que eu veja. Isso é muito importante para mim!


Entre em contato comigo antes de enviar qualquer arquivo!

A foto deve estar em formato jpg e ter um tamanho razoável, menor que 200Kb.

Se você desejar, eu poderei publicar sua foto em meu site...

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